''Em um espetáculo provocador e reflexivo sobre o futuro das relações humanas, Danielle Winits protagoniza seu primeiro monólogo em CHOQUE! Procurando Sinais de Vida Inteligente''
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Com atuação solo de Danielle Winits e direção de Gerald Thomas, espetáculo CHOQUE! Procurando Sinais de Vida Inteligente encerra temporada na capital paulista e reestreia no Rio de Janeiro em Abril.

Foto:Robert Schwenck
Em temporada de sucesso na capital paulista, o aclamado espetáculo intitulado ''CHOQUE! Procurando Sinais de Vida Inteligente'', primeiro monólogo protagonizado por Danielle Winits retorna ao Rio de Janeiro no Teatro Prio em 10 de Abril, para uma nova temporada até 31 de Maio. Escrita pela norte-americana Jane Wagner, originalmente encenada em 1985, nos EUA, e imortalizada pela atuação solo de Lily Tomlin, Procurando Sinais de Vida Inteligente no Universo – convertida por Gerald Thomas em CHOQUE! Procurando Sinais de Vida Inteligente –, consolidou-se na ocasião como um marco para o teatro, especialmente pelo modo como mescla humor, crítica social e múltiplas vozes em uma única interpretação.
A montagem inédita da obra vibrante, atemporal e futurista, traz uma única atriz no palco envolta a um cenário criativo e cheios de incógnitas, em uma montanha de lixos, pisos irregulares e cercadas por escadas que aparentam não ter fim. Com um choque visual e elementos ilusórios como Elementos da arte pop de Andy Warhol aparecem pelo palco na forma de latas de sopa Campbell's e reaparecem nos quadros de Rinaldo Escudeiro, seja como referência direta às latas, seja nas cores do Pop, na busca pelos elementos cotidianos como a geladeira, o post-it, o carrinho de supermercado, ou a imagem de uma atriz conhecida como é Danielle Winits, cujo rosto aparece em uma das pinturas. Esse mesmo rosto de Danielle irá retornar ao espaço de forma agigantada, como um casco ou uma mochila trazida por uma figura estranha contrarregrada. Portanto, o cenário visualmente trabalha entre o contraponto de cores, texturas e escalas. Ora o colorido do Pop aparece, ora o marrom, o antigo, o enferrujado, o estranho. O piso do palco é composto por uma textura de tecido e espumas tingidas que geram relevos. Tecidos aparecem no palco como seres que visitam Danielle. Ligados ao urdimento por cordas e ganchos, se penduram no ar como pedaços de couro em um curtume, ou pedaços de carne em um açougue. Esses elementos aéreos de tecido se mesclam a um conjunto de escadas finas e irregulares que se perdem na altura do urdimento. Elas estão presentes aqui e também nas obras e desenhos de Gerald Thomas.



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