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''Espetáculo A Vida e as Opiniões do Cavalheiro Roobertchay com Chay Suede encerra temporada paulista essa semana''

  • 29 de abr.
  • 5 min de leitura

Sob a direção de Felipe Hirsh, estreia do ator Chay Suede nos palcos brinca ao mesclar realidade e ficção com fases distinta da vida pessoal e a carreira.




Chay Suede em cena - crédito Mayra Azzi




Depois da temporada carioca (15/01 a 1º/03), Chay Suede estreou em São Paulo em março, no Teatro Cultura Artística, sob direção do encenador Felipe Hirsch, dividindo a dramaturgia com o escritor e tradutor Caetano W. Galindo. “A Vida e as Opiniões do Cavalheiro Roobertchay” é um espetáculo adulto, humorístico–filosófico, que recria — de forma livre e nada literal — passagens da infância e adolescência do ator, misturadas a referências de obras clássicas da literatura. É um passeio pela formação e pelas histórias inacreditáveis de uma personagem apresentada como Cavalheiro Roobertchay. Livremente inspirado em histórias reais e seguramente baseado em histórias irreais.


Inspirada em romances como ‘A vida e as opiniões do cavalheiro Tristram Shandy’ (Laurence Sterne) e ‘Memórias póstumas de Brás Cubas’ (Machado de Assis), a peça transforma o conceito tradicional de biografia ou autoficção. Aqui, realidade e imaginação se entrelaçam, deslocando a figura pública e o indivíduo privado para um novo território: o do Cavalheiro Roobertchay.


Em certa altura, a personagem diz: “Tudo é mentira, menos o que parece mentira. Tudo é verdade, menos a verdade”.


“A narrativa assume a forma de um pseudo-documentário, em que verdade e invenção se confundem. Com humor, poesia e certa estranheza deliberada, o público acompanha doze fragmentos breves que ressoam experiências pessoais do ator, ampliadas para discutir alguns dos grandes temas do nosso tempo: fama, influência, autenticidade, narcisismo, consumismo e a mercantilização da imagem” Felipe Hirsch.


“O Cavalheiro Roobertchay é herói, anti-herói, meta-herói e vilão. A peça não tem uma postura crítica, nem celebratória — ou talvez tenha todas ao mesmo tempo. Trabalhamos numa zona que provoca os sentidos, difícil entender o Cavalheiro, como é difícil entender o nosso próprio mundo.”Caetano W. Galindo


“E é com essa curiosidade que nos deparamos com o relato, por vezes incrível e ao mesmo tempo fidelíssimo das venturas e desventuras que cercaram nosso herói desde antes de sua concepção até o brilho de suas estrelas nos dias de hoje. As agruras e doçuras que geraram o menino Cavalheiro Roobertchay e culminaram, ainda não se sabe ao certo como, por transformá-lo diante dos nossos olhos em um exemplo de sucesso, que agora retorna às origens da história”Chay Suede


SERVIÇO


"A vida e as opiniões do Cavalheiro Roobertchay", com Chay Suede


Temporada: 7 de março a 3 de maio


Local: Teatro Cultura Artística


Endereço: Rua Nestor Pestana, 196 – Consolação, São Paulo - SP


Horários: Sábados, 21h30 | Domingos, 19h30


Ingressos: a partir de R$80,00


Duração: 90 minutos


Capacidade: 700 lugares


Classificação: 14 anos (menores de 14 anos apenas acompanhados dos responsáveis legais)


Vendas exclusivas através da Ticketmaster:



MINI BIOS


Felipe Hirsch é diretor de cinema e teatro, fundador da Sutil Companhia, onde iniciou suas experimentações cênicas. Parceiro artístico de longa data de Daniela Thomas, já trabalhou com nomes como Fernanda Montenegro, Paulo Autran, Wagner Moura e Alfredo Castro, acumulando mais de 100 prêmios e indicações na América Latina. Reconhecido entre os “100 brasileiros mais geniais” pelo O Globo (2006), venceu o Grammy em 2008 pelo espetáculo Homenagem a Tom Jobim. Estreou no cinema com Insolação (2009, Festival de Veneza) e dirigiu Severina (2016, Festival de Locarno). Também assinou a minissérie A Menina Sem Qualidades (2013, MTV), aclamada pela crítica, e criou a trilogia Puzzle para a Feira do Livro de Frankfurt. Sua carreira internacional inclui montagens na Europa e América Latina, conferência na Sorbonne Paris 3 e a direção da ópera Orphée (Philip Glass/Jean Cocteau) no Theatro Municipal do Rio, levada depois a Lisboa.


Nos últimos anos, destacou-se pelo projeto Língua Brasileira, em parceria com Tom Zé, que originou peça, livro, disco, ocupação no Museu da Língua Portuguesa e o documentário Nossa Pátria Está Onde Somos Amados. Desde 2023 é curador do C6 Fest, além de ter criado a coleção de peças Fantasmagoria I-IV e um espetáculo sobre a Avenida Paulista, que resultou em um disco com 15 compositores brasileiros. Atualmente, prepara o filme Angicos, sobre a experiência de Paulo Freire no sertão potiguar, previsto para 2026.


Caetano W. Galindo é um escritor, tradutor e professor brasileiro. Galindo é doutor em linguística pela Universidade de São Paulo. Traduziu para o português brasileiro obras de autores como Thomas Pynchon, David Foster Wallace, Charles Darwin, J. D. Salinger e James Joyce. Seu novo livro Latim em Pó está há trinta semanas na lista de 10 mais vendidos entre todas as áreas, e é o primeiro lugar na área de Línguística. Recebeu duas vezes o Prêmio APCA, duas vezes o Prêmio Jabuti e também o Prêmio de Tradução da Academia Brasileira de Letras.


Artista múltiplo, Chay Suede estreou na carreira de ator aos 18 anos. Em 2010 ganhou notoriedade ao participar da quinta temporada do reality show ‘Ídolos’.


Em 2011 integrou o elenco principal da novela ‘Rebelde’, e posteriormente, o grupo musical ‘Rebeldes’, que saiu da TV para a vida real, de 2011 até 2013. Em 2014, assinou com a Rede Globo e protagonizou a primeira fase da novela das nove Império. No mesmo ano, fez sua estreia no cinema. Hoje com uma carreira consolidada, já reúne prêmios de “Melhor do Ano” por suas atuações em grandes novelas da TV Globo como "Amor de Mãe", "Segundo Sol", "Novo Mundo", além de seus trabalhos no cinema brasileiro como “Domingo”, “Rasga Coração”, “Minha fama de mau” e “O Banquete”. Em 2022, Chay protagonizou o filme “A Jaula” e foi o vencedor do Prêmio APCA por sua atuação na novela da Rede Globo, “Mania de Você”.


FICHA TÉCNICA


‘A Vida e as Opiniões do Cavalheiro Roobertchay’


Com: Chay Suede


Direção Geral: Felipe Hirsch


Dramaturgia: Caetano W. Galindo e Felipe Hirsch


Texto: Caetano W. Galindo


Colaboração no texto: Felipe Hirsch


Livremente inspirado em histórias reais e seguramente baseado em histórias irreais


Cenografia: Daniela Thomas e Felipe Tassara


Identidade Visual, Conteúdos Vídeo-Cenário e Projeto Gráfico: Radiográfico


Design de Luz: Beto Bruel


Figurino: Eliana Liu


Trilha e Paisagem Sonora: Os Fita (Abel Duarte e Cainã Bomilcar)


Assistência de Direção: Giovanna Monteiro e Vicente Antunes Ramos


Desenho de Movimento: Amanda Lyra


Assistência de Iluminação: Sarah Salgado e Luana Della Crist


Coordenação e Produção de Cenário: Mauro Amorim


Montagem de Cenário: Patricia Almeida


Serralheria: Maurício Zati


Alfaiate: Alexandre Won


Costureiras: Marlene de Araujo Garcia, Eder da Cruz Carvalho e Studio Jhon C

Aderecista de Figurino: Alan Cecato


Maquiagem: Alisson Rodrigues


Direção Técnica: Ney Silveira


Técnico e Operação de Vídeo: Diego Avila


Técnico e Operação de Som: Murilo Gil


Operação de Luz: Luana Della Crist


Assessoria de Comunicação: Vanessa Cardoso – Factoria


Assessoria de Imprensa: Daniella Cavalcanti


Mídias Sociais: Sophia Sanches


Vídeos para Mídias Sociais: Noir Tropical (Caio Fabricius, Gui Rocha, Henrique Rocha e Maressa Luiza)


Fotos de Cena: Mayra Azzi e Flávia Canavarro


Fotos de Divulgação: Fabio Audi


Assistência de Produção: Paloma Rodrigues


Produção Executiva: Camila Bevilacqua


Assessoria Jurídica: Dayana Dallabrida


Assessoria Contábil: Grupo Waycontab


Direção Administrativa: Marcelo Contin


Realização: Bardos


Vendas e Apoio Oficial: Ticketmaster

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