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''Com elenco estrelado, espetáculo Baixa Sociedade segue temporada no Teatro Renaissance em São Paulo''

Escrita por Juca de Oliveira e adaptada e dirigida por Pedro Neschling, a comédia constrói um retrato divertido e incômodo do brasileiro contemporâneo sobre o sonho e o descompasso de subir na vida a qualquer custo. Estrelada por Luiz Fernando Guimarães e com Bruno Gissoni, Bruna Trindade e Isabella Santoni no elenco, a peça Baixa Sociedade estreou no dia 10 de janeiro no Teatro Renaissance, em São Paulo, com sessões sextas, às 19h30, sábados, às 19h, e domingos, às 17h.




Foto:  Leo Aversa




Autor de algumas das comédias mais emblemáticas do teatro brasileiro, Juca de Oliveira retorna aos palcos com “Baixa Sociedade”, um texto afiado que expõe, com humor e ironia, o desejo quase universal de ascensão social — e os tropeços que vêm junto com ele. Quem conduz essa jornada é Luiz Fernando Guimarães, um dos nomes mais reconhecidos da comédia nacional, em um papel que combina o humor inteligente e a precisão cênica que o tornaram um ícone. Ao lado dele, Isabella Santoni, Bruno Gissoni e Bruna Trindade completam o elenco dirigido por Pedro Neschling, em uma montagem que une ritmo, leveza e crítica social.


“Baixa Sociedade é uma peça que já fez muito sucesso, foi montada pelo Luiz Gustavo, foi montada pelo Osmar Prado, fez sucesso em outros países da América Latina. E você ter agora o Luiz Fernando Guimarães, que está comemorando 50 anos de carreira, tem uma expectativa grande, mas ao mesmo tempo está sendo um imenso prazer conduzir esse processo com esse elenco tão talentoso, que apesar de serem jovens talentos, ao mesmo tempo são superexperientes, porque já fizeram muitos trabalhos”, comenta o diretor.


Ambientada no apartamento que divide com o filho, a trama acompanha Otávio (Luiz Fernando Guimarães), um homem criativo e disposto a (quase) tudo para mudar de vida – mentir, trapacear, inventar — acreditando que o sucesso depende apenas da aparência certa, apresentando ao filho, Otavinho (Bruno Gissoni), uma série de projetos visando ascender socialmente. Enquanto isso, Ritinha (Bruna Trindade) sonha em casar com Otavinho (Bruno Gissoni), mas tudo pode mudar quando Ana Maria (Isabella Santoni), uma ex-namorada, reaparece, abalando as estruturas da família.


A partir dessa trama, Juca de Oliveira constrói um retrato divertido e incômodo do brasileiro contemporâneo: aquele que sonha em subir, mas não percebe que o chão ainda está por fazer. Com humor afiado e situações cômicas, “Baixa Sociedade” marca o encontro de dois grandes nomes da cena brasileira — e promete fazer o público rir, pensar e se reconhecer.


“Baixa Sociedade” é um retrato divertido do “jeitinho brasileiro”, explorando os limites da ética em nome da ambição.


Elenco: Luiz Fernando Guimarães, Isabella Santoni, Bruno Gissoni e Bruna Trindade.






SERVIÇO:


Estreia: 10 de janeiro de 2026


Temporada: De 10 de janeiro a 29 de março de 2026


Sessões: Sextas, às 19h30; sábados, às 19h; e domingos, às 17h


Local: Teatro Renaissance (Alameda Santos, 2233 – Jardim Paulista, São Paulo – SP)


Ingressos: a partir de R$ 75


Vendas pelo Sampa Ingressos ou diretamente na bilheteria do teatro


Duração: 80 minutos


Classificação: 14 anos


ELENCO


Luiz Fernando Guimarães (Otávio)


Bruno Gissoni (Otavinho)


Bruna Trindade (Ritinha)


Isabella Santoni (Ana Maria)

 

FICHA TÉCNICA


Texto: Juca de Oliveira


Direção: Pedro Neschling


Assistente de Direção: Paulo Mathias


Cenografia: Mira Andrade


Iluminadora: Adriana Ortiz


Figurinos: Antônio Medeiros e Fernanda Albuquerque


Direção Musical: Rodrigo Marçal


SAC: Carinne Namba


Projeto Gráfico: Lucas Sancho


Assessoria de Imprensa: Ligia Lopes


Comunicação e Marketing: Lucas Sancho


Gestão de Performance e Redes Sociais: Nucleus


Assistente Luiz Fernando Guimarães: Alécia Medeiros


Coach de Interpretação Luiz Fernando Guimarães: Amanda Brum


Filmmaker: João Melin


Fotografia: Leo Aversa


Assistente de Fotografia: João Oliveira


Camareiro: Esthevão Laurentino


Beleza: Bianca Guerra


Produção Executiva: Xandy


Produção Geral: Miçairi Guimarães e Sandro Chaim


Realização: Magic Arts

 

PEDRO NESCHLING | Diretor



Pedro Neschling nasceu no Rio de Janeiro, em 1982. Desde que estreou profissionalmente em 2000, reveza-se entre as funções de ator, diretor, escritor, dramaturgo e roteirista em novelas, seriados, peças de teatro, livros e filmes.


Escreveu os romances “Gigantes” (2015) e “Supernormal” (2018), ambos lançados pelo grupo Companhia das Letras. Atuou com destaque em programas da Globo, como a série “Aline” e novelas como “Da Cor do Pecado”, “Páginas da Vida” e no remake de “Renascer”. Como roteirista de TV, integrou a equipe da novela “Salve-se Quem Puder” da Globo, e do seriado “E aí, comeu?” exibido pelo Multishow.


No cinema, estreou como roteirista do premiado documentário “Timor Lorosae – O massacre que o mundo não viu”. Assinou argumento e roteiro de “Chocante”, produzido por Augusto Casé e Bruno Mazzeo, onde também atuou. Também assinou o roteiro de “Hermanoteu na Terra de Godah”, dirigido por Homero Olivetto. Aparece ainda nos créditos de diversos filmes como ator, incluindo o inédito “90 Decibéis”, de Fellipe Barbosa, produzido pelos Estúdios Globo.


No teatro, atuou em vários espetáculos como “Os Sem Vergonhas”, “Trindade” e outros. Estreou como diretor dividindo com Guilherme Leme o comando da premiada montagem de “A Forma das Coisas” de Neil LaBute. Assinou ainda as montagens de “Estragaram todos os meus sonhos, seus cães miseráveis!” de Daniela Pereira de Carvalho, “Um Número”, protagonizada por Pedro Paulo Rangel, “Alguém Acaba de Morrer Lá Fora”, de Jô Bilac, com Lucélia Santos no elenco, e do supersucesso “Corte Fatal”. Está dirigindo Luiz Fernando Guimarães na comédia “Baixa Sociedade”. Seu primeiro texto como autor, “Apenas Uma Noite”, foi encenado com sucesso no Brasil e ganhou uma montagem portuguesa pelo diretor António Pires. Na encenação do seu segundo texto, “Como Nossos Pais”, também atuou e dirigiu o espetáculo. A peça foi lançada em livro pela Giostri Editora.


LUIZ FERNANDO GUIMARÃES | Otávio


Luiz Fernando Guimarães é um dos principais nomes do humor e da dramaturgia brasileira. Nascido no Rio de Janeiro, iniciou sua carreira em 1974 no grupo teatral Asdrúbal Trouxe o Trombone, referência do teatro de vanguarda e da linguagem cômica inovadora no país.


Desde então, construiu uma trajetória marcada pela experimentação, pelo improviso e por uma presença cênica inconfundível.


No cinema, participou de mais de quinze filmes, entre eles O Que É Isso, Companheiro?, Se Puder… Dirija e as adaptações cinematográficas de Os Normais.


Na televisão, integrou produções emblemáticas como TV Pirata, Cambalacho e Fantástico, alcançando grande popularidade ao protagonizar a série Os Normais, ao lado de Fernanda Torres, um marco da comédia brasileira.


Mesmo com forte presença na TV e no cinema, nunca se afastou do teatro, onde mantém atuação constante. Em 2025, ano em que celebra 50 anos de carreira, vive um momento de intensa atividade artística. Participou do especial Falas da Vida, da TV Globo, ao lado de Susana Vieira, abordando com humor e sensibilidade temas ligados ao envelhecimento. No cinema, estrelou o longa Quem é Morto Sempre Aparece, interpretando um milionário solitário envolvido em situações inusitadas mesmo após a morte. Atualmente, está em cartaz com a comédia Curto-Circuito, reafirmando sua relevância e capacidade de reinvenção no cenário cultural brasileiro. Em janeiro de 2026, estreia Baixa Sociedade, peça de Juca de Oliveira dirigida por Pedro Neschling.

 

 

BRUNO GISSONI | Otavinho



Bruno Gissoni iniciou na carreira artística por incentivo de seu irmão Rodrigo Simas, que o convidou para atuar em uma montagem teatral do clássico de Jorge Amado, Capitães da Areia. Gissoni, que até então apostava no futuro como jogador de futebol e cursava faculdade de publicidade, decidiu deixar a introspecção de lado para se dedicar à dramaturgia. Emendou o espetáculo de estreia com um papel em Os Melhores Anos de Nossas Vidas, sob a direção de Bia Oliveira, sobrinha do consagrado autor e diretor teatral Domingos de Oliveira.


Em 2012, produziu Romeu na Roda, uma adaptação teatral do clássico de Shakespeare que fala sobre o amor proibido entre integrantes de rodas de capoeira rivais do Rio antigo. Ainda no teatro, integrou a nova trupe dos Dzi Coquettes, A história dos amantes e Ponto a ponto, e se prepara para estrear em Baixa Sociedade, peça de Juca de Oliveira dirigida por Pedro Neschling. 


Integrou escola de atores da Record, sendo orientado por Roberto Bomtempo. A primeira oportunidade na televisão, no entanto, foi na Globo, como protagonista da 18ª temporada de Malhação, em 2010. Dois anos depois, estreava no horário nobre da emissora, na novela Avenida Brasil, de João Emanuel Carneiro. Integrou, na sequência, os elencos das novelas Flor do Caribe, Em família, Babilônia e Orgulho e Paixão, além do programa Os Trapalhões.


Para o cinema, rodou, entre 2014 e 2016, três longas-metragens: Até Que a Sorte nos Separe 3, Turbulência e Ela é o Cara. Em breve, estreia os filmes Reação em Cadeia, de Marcio Garcia, e O Silêncio da Chuva, de Daniel Filho, além de estrear como roteirista e diretor no curta-metragem Entre, seu primeiro trabalho por trás das câmeras.

 

BRUNA TRINDADE | Ritinha



Bruna Trindade é atriz, comediante, diretora, roteirista e preparadora de elenco. É sócia da Ritornelo, núcleo de criação e pesquisa em cinema e dramaturgia, onde desenvolve projetos autorais que transitam entre a comédia, o drama e o fantástico.


Entre seus principais trabalhos autorais está a série de dramédia sombria Teia, cocriada com Alice Name Bomtempo e Vitã e produzida pela Urca Filmes. O projeto participou de diversos laboratórios e venceu prêmios como o Cabíria. Sua adaptação para longa-metragem, Telaraña, foi selecionada para o Festival Varilux e para o Cine Qua Non Lab.


Como roteirista, escreveu Cosme e Damião (Porta dos Fundos / Globoplay), No Corre (Formata / Multishow) e A Magia de Aruna (Formata / Disney+), vencedora do Prêmio ABRA de Melhor Série Infantojuvenil, além dos programas Falas: do Humor e Volte Sempre (TV Globo). No cinema, é roteirista do longa de comédia Augusto, Augusto!, uma coprodução Irlanda-Portugal.


Formada em Atuação Cênica pela Unirio, atuou em espetáculos como O Insaciável Zé Carioca e O Desbunde, e em 2019 estreou seu primeiro monólogo, A Mulher que Virou Planta, no Rampa – Lugar de Criação, com o qual participou do Festival Corpos Críticos. Foi finalista do Futuro Ex-Porta (Porta dos Fundos), protagonista da websérie Bulbassaura Maravilha (Canal Nimbus) e atuou em séries como Sob Pressão (Globoplay), Destino: RJ (HBO) e Eleita (Amazon).


Diretora do curta-metragem Santo Antônio, finalista do Sesc Argumenta e contemplado na RioFilme, com filmagem prevista para 2026. Também assinou a direção e a redação final da série Terapia em Família (CineBrasilTV) e atuou como roteirista, preparadora de elenco e diretora assistente da série musical Trago a Pessoa Amada (Orla Filmes / Prime Box Brasil).

 

ISABELLA SANTONI | Ana Maria



Um dos nomes mais expressivos da Geração Z, Isabella Santoni soma 11 anos de carreira e construiu um percurso marcado pela versatilidade. A notoriedade chegou com a lutadora Karina em Malhação, interpretação que conquistou uma legião de fãs, prêmios como Melhores do Ano e Troféu Imprensa, e impulsionou sua presença na teledramaturgia. Tão logo, passou a emendar papéis de destaque em novelas da Globo, entre elas A Lei do Amor, como Letícia, e Orgulho e Paixão, no papel de Charlotte Williamson.


No cinema viveu a protagonista de Missão Cupido, e no campo do streaming, expandiu seu alcance ao participar de projetos como a série vencedora do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro, Dom, em que deu vida à explosiva e ambiciosa Viviane. Paralelamente, levou sua potência artística aos palcos ao estrelar o espetáculo O Cravo e a Rosa. Em movimento de renovação criativa, Isabella desenvolve projetos que ampliam suas possibilidades de expressão, entre eles, o curta-metragem Concertamos Tudo que revela um olhar autoral em pleno amadurecimento e tem o título grafado de maneira incorreta, propositalmente, como provocação ao espectador que acompanha a história de um menino em busca de “consertar” a si mesmo.



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