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''CINE MATILHA ABRE O ANO COM OS PREMIADOS ''MALU E TUDO O QUE IMAGINAMOS COMO LUZ''
- Renata Porto
- 22 de jan.
- 3 min de leitura
Longa brasileiro e longa indiano têm sessões gratuitas na sala em São Paulo.

O CINE MATILHA começa 2025 com dois dos filmes mais premiados dos ano passado. O brasileiro MALU e o indiano TUDO O QUE IMAGINAMOS COMO LUZ serão exibidos na sala paulistana a partir dessa quinta (23) em sessões gratuitas.
Grande vencedor do Festival do Rio, MALU é escrito e dirigido por Pedro Freire, e baseado na própria mãe do cineasta, a atriz Malu Rocha, que é interpretada por Yara de Novaes, também premiada com o Redentor, enquanto Juliana Carneiro da Cunha e Carol Duarte dividiram o troféu de atriz coadjuvante. O filme também ganhou o prêmio de melhor roteiro no evento carioca.
Malu é uma atriz que ainda vive de seu passado glorioso. Morando numa comunidade carioca, ela vive em crise, transitando entre momentos de euforia e depressão. Sempre em atrito com a mãe, ela também tem um comportamento instável. Decida a montar um centro cultural em sua casa, ele mergulha cada vez mais na arte, mas também numa profunda crise emocional.
“Quase tudo que acontece no filme aconteceu de alguma forma na vida real, mas é claro que toda memória é ficção. Nós estamos recontando a história ficcionalizada na nossa cabeça, então é um filme de ficção, mas muito baseado em fatos reais. Eu tomei algumas liberdades, por exemplo, tem muito de mim e da minha irmã na personagem Joana. A Joana é uma personagem que é uma mistura de Pedro e Isadora. Eu decidi fazer isso porque eu queria concentrar numa filha só, não queria ter dois filhos, e queria que fosse uma filha mulher, para ter três gerações de mulheres, mas não queria que fosse a minha irmã”, contou Freire em entrevista.

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