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Brazil Cinefest anuncia formato híbrido para edição de 2022

Com previsão para o segundo semestre de 2022, quando celebra seus 10 anos de existência, o festival apresenta ao público, um novo formato híbrido e multimídia idealizado pelo cineasta João Rocha, o Brazil Cinefest, que comemora a sua 10ª edição no próximo ano, anuncia mudanças em seu formato.

Além das já citadas, entre as novidades, está a estatueta que será oferecida, agora oficialmente batizada como troféu ?BRASILEIRINHO? - um nome universal, reproduzido da mesma forma e sonoridade em qualquer lugar do mundo.

Previsto para o segundo semestre, o público pode, por enquanto, se inscrever na plataforma filmfreeway em todas as categorias, inclusive as novas: Melhor filme de celular e Melhor Videoclipe Musical categoria com a qual João espera trazer trabalhos com novas linguagens, tendências, além de um público engajado e muito mais diversificado.

“Vejo cinema de alta qualidade técnica nos videoclipes atuais. Vejo roteiro, arte, direção, efeitos; tudo que existe na sétima arte, mas em um formato voltado para o mundo musical e digital. Acho importante começar a reconhecer esses talentos ainda pouco divulgados. Não sei o nome de quase nenhum diretor destes trabalhos que fazem girar a catraca das redes e nas plataformas digitais, então pergunto: por que não começar a reconhecer os talentos por trás das grandes estrelas musicais? Estamos nos tornando cada vez mais visuais e dinâmicos, isso é um fato”, reflete João.

Para conhecer mais o festival e fazer inscrição: http://www.filmfreeway.com/brazilcinefest

Além de estar na linha de frente do festival, atualmente João Rocha também faz parte da produção executiva do longa-metragem “Memórias Ocultas”, de Larissa Vereza e Emiliano Ruschel, que ainda está em filmagem e tem previsão de estreia para o segundo semestre do próximo ano. O filme se passa em três países: EUA, França e Brasil e conta com produção de L?Atelier Films e Ruschel Studios, em co-produção com A2 Filmes e Focu Filmes. O primeiro e principal questionamento do filme é “É possível acessar o futuro para modificar o presente?”, que traz em sua narrativa temas como espaço e tempo e o fenômeno da EQM através de um grupo de cientistas que tentam decodificar a teoria através de experiências.

ACERVO ONLINE E STREAMING Uma cinemateca online com requintada seleção de filmes de edições anteriores do festival está sendo atualizada com trabalhos vencedores de várias categorias e outros que nem chegaram a ser exibidos ao público nas sessões presenciais.

Os filmes estão disponíveis gratuitamente para quem acessar o site www.brazilcinefest.com

“Existem limites de tempo e de espaço nas exibições convencionais, e precisamos sempre escolher aqueles que representam melhor o momento atual, que abordam assuntos e temas necessários, que vão dialogar com o público naquele momento e que estão dentro de critérios técnicos, e narrativas competitivas, mas existem obras muito expressivas que acabam ficando de fora, e que agora, terão uma janela de exibição permanente, onde o público vai poder assistir sem pagar nada... Acredito que para o realizador, o artista, o retorno do público e a ampla visibilidade são fundamentais”. O endereço do portal do festival é http://www.brazilcinefest.com

JOÃO ROCHA- DIRETOR E CURADOR

Fundador e curador do Brazil Cinefest International Film Festival e do Macaé Cine, João é membro honorário do Los Angeles Brazilian Film Festival; é produtor, diretor e ator.


Integrou as comissões de seleção de curtas do Festival de La Plata e Festival de Gramado em 2017. Foi agraciado com o título de Acadêmico Honoris Causa pela Academia de Letras e Artes de São Paulo e Falasp.

Começou no cinema como designer do filme concorrente ao Oscar O que é isso, companheiro?!, de Bruno Barreto. Estreou como diretor no longa-metragem Truth Profane (Profana), lançado pelo Film Funds, em Hollywood, por intermédio de Sean Stone e Oliver Stone, em 2012.

Produtor Executivo do longa-metragem Memórias Ocultas (Hidden Memories) e de episódios da série Alesia Ground Zero (Brasil/EUA), dirigida por Larissa Vereza e Emiliano Ruschel.. Entre 2003 e 2017, foi produtor de vários curtas como Sinal e Do Petróleo e do Cinema, finalistas do Grande Prêmio de Cinema Brasileiro (2012 e 2015) e também dos premiados Carmen, Life is a Celebration (de Mauricio Branco), Tempo Real (de Mino Barros), Abry (de Joel Pizzini), Personal Vivator (de Sabrina Fidalgo) e Walter do 402 (de Breno Ferreira).

Assina os documentários O Retorno do Dragão – Coleção Glauber Rocha e Tempo Glauber, Revitalizando a Cultura Petrobras. Em 2013, dirigiu vídeos para o Brazilian Press Awards (Miami) e o longa The Adventures of an Independent Filmmaker. Em 2015, dirigiu uma campanha para o Wheel Chair Festival.

Foi Diretor da Programação das sextas de humor do Canecão / Canequinho Café e produtor dos 100 anos de Dercy Gonçalves no Teatro da Gávea.

Como ator, participou de novelas e filmes. Em 2016, antagonizou “Canto da Sombra” (Thiago Kistenmaker) ao lado de Deo Garcez e Fabrizzia Milione. Em 2021 iniciou a pré-produção do docudrama Agora é tarde, Inês é Morta (título provisório), sobre uma relíquia perdida da Rainha Morta encontrada no Brasil.

ISABELLA NICOLAS – CURADORA CONVIDADA E PRODUTORA ASSOCIADA

Formada em Literatura pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e Jornalismo pela UniverCidade. Estudou na DCTV - Nova York (2011/ 2012); Cursou Cinema Direto na PUC/RJ, com João Moreira Salles (2002); Produção de Documentário – Vídeo Fundição (2000); Telejornalismo – Faculdade da Cidade (1999); Produção de cinema e vídeo – Vídeo Fundição (1998); Criação de roteiros – Mairie de Paris – França (1993); Produção de eventos – Mairie de Paris- França (1993); História e Desenho de Moda – Chambre de Couture Parisienne – França (1992).


Produziu e dirigiu web séries para o canal Ventilador (2018); o piloto da série “Z” (2017); o curta-metragem Balcão de Negócios (2016); os documentários Mar Me Quer (2015), Muito Prazer, Liminha (2013), a websérie Manhattan Disconnection (2012), Senhores do Vento (2009), O Cinema Brasileiro no Século XX (2008); o curta-metragem O Corpo do Cão (2007). Assistente de direção do longa-metragem Verônica, de Maurício Farias (2010). Dentre suas premiações, o Melhor documentário: O Cinema Brasileiro no Século XX – 1º Festival Brasil de Cinema Internacional; Melhor Montagem: O Cinema Brasileiro no Século XX – 3º FestCine Petrópolis; Melhor Filme: Balcão de Negócios – Cine Curtas Lapa (2016); Menção Honrosa: Senhores do Vento – V Festival de Cinema de Aventura; Melhor documentário pelo júri popular: Senhores do Vento – Festival de Cinema de Língua Portuguesa de Toronto (2011); Melhor curta brasileiro : Balcão de Negócios – 4º Festival Brasil de Cinema Internacional.

DENISE SGANZERLA- CURADORA

É cineasta, roteirista e atriz, conhecida por dirigir filmes do gênero terror e suspense. Obsessores (2007), Desterro (2008), Visitantes (2013), Treze-s (2013), Ceifeiros (2013), Almas Cadentes (2015), Incubu (2015), entre outros. Dirigiu outros curtas-metragens de gêneros distintos: A história deles (Romance - 2015 – Seleção oficial do International Brazilian Film Festival in L.A.), Memórias (Drama - 2015), Politicamente (Ação - 2015), Dom (Aventura - 2015), Reluz da Rua (Aventura - 2015), Destino (Drama - 2015), Escuridão (Espírita - 2015), entre 38 filmes de sua filmografia. É criadora do Mosaico Play.



Fonte: Patrícia Rabello


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